17 de maio de 2010


Se eu pudesse dizer o quanto me enervas, tu e ela. Raiva.

Entreguei-me a ti, esforçei-me por ti, dediquei-me a ti simplesmente. Sabes, eu no fundo sabia que me mentias quando dizias que era para sempre, sempre mentiste. Aliás, tu sabias que ia acontecer. Tu desejavas que acontecesse mais que ninguém, mais que ela.
Fui o teu brinquedo, fui a tua pequena boneca, tal e qual como as crianças, que um dia brincam com uma boneca e no outro dia fartam-se dela, arrumam-a a um canto.
Prometes-te dar-me a mão, prometes-te fazer tudo e mais alguma coisa. Mas mais uma vez mentiste.
Agora diz-me, diz-me, que eu te acuso de algo que nunca fizes-te? Que tens a consciência tranquila? Não! Tu sabes bem que tenho razão. Cobarde! Cobarde! Ainda tens tanto para crescer e enfrentar, a vida não se resume só áquilo a que pensas.
Olha meu amor, eu sempre te ajudei não foi? Sempre te dei tudo, até o impossível, mas agora, hoje, eu posso estar lá quando precisares mas nunca serás alguém a quem vou socorrer.

Já não me importo com o mal que me fizeste, sabes? Julgas-te tanto mas no fundo não és nada.
Foste um empecilho no meu caminho. E por mais impressionante que seja, continuas a ser.

2 comentários:

  1. Este texto foi estranhamente positivo ..
    Pois finalmente estás a qrer tirá 'lo de ti com uma grande determinação <3
    E por mais que isso te custe , aqredita q é bom '(L

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  2. foi um empecilho e até pode continuar a ser agora, mas aqui a aninhas vai ser muito feliz porque tem bom coração :)

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