5 de março de 2010

Hoje vi-te, já á muito tempo que não te via. Estás igual. A mesma forma de andar, de olhar, de agir... Como sabia, não ia ser indiferente, sabia que ao te ver me iria apetecer agarra-te, dizer-te que ainda te amo e que ao mesmo tempo te odeio, mas que apesar de todo o mal que me fizeste continuas a ser a pessoa que mais preciso e me faz falta. Mas não pude, já não és meu, agora és de outra qualquer.
... E depois de dois anos nem um olá és capaz de dizer, explica-me, explica-me só isto, como foste capaz de esquecer tudo? ensina-me, porque eu não sou capaz.


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